sexta-feira, 16 de julho de 2010
Música nos anos 60
A cultura musical brasileira acompanhou todas as mudanças ocorridas tanto no Brasil quanto no mundo com a afirmação da bossa nova e o surgimento das músicas de cunho social apresentadas principalmente nos “Festivais de Música Brasileira”, principalmente os da TV Excelsior e TV Record; assim surgiram composições sociais de Sérgio Ricardo, Gilberto Gil, Chico Buarque de Holanda, Caetano Veloso, Geraldo Vandré, Teo de Barros, Torquato Neto, Heraldo do Monte, Airto Moreira, Hilton Acioli e muitos outros.
Por causa da censura imposta nos anos 60 pelo golpe militar de 1964, mesmo os compositores que não faziam parte dos movimentos sociais da época também passaram a produzir músicas de fundo social.
A grande divulgação de cantores americanos de rock através do cinema e gravadoras ajudou também o nascimento do rock brasileiro com ampla divulgação da mídia nos anos 60. Um dos principais incentivadores foi o compositor e radialista Carlos Imperial que fundou em 1958 o Clube do Rock, no Rio de Janeiro, onde se apresentavam e se reuniam os amantes do rock, nesse clube iniciaram suas carreiras Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
Em 1967, Caetano Veloso, Rogério Duprat, Gilberto Gil, Júlio Medaglia e outros lideraram um movimento chamado Tropicalismo. O tropicalismo foi uma mistura de manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais. Tinha objetivos comportamentais, que encontraram eco em boa parte da sociedade, sob o regime militar, no final da década de 60. Entre as musicas que fizeram parte desse movimento estão: "Tropicália“ "Domingo no Parque” e “Alegria, Alegria” onde era incentivada a universalização da música brasileira inclusive com utilização de guitarras elétricas e absorção de vários gêneros musicais: pop-rock, música de vanguarda, frevo, samba, bolero, etc.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1960#M.C3.BAsica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tropic%C3%A1lia
http://www.paixaoeromance.com/60decada/001aber60/haber60.htm
quinta-feira, 15 de julho de 2010
MPB nos anos 60
A década de 60 foi marcada por muitos talentos musicais. Os ‘‘festivais de MPB da TV Record’’, local inclusive que apareciam todos os dias diferentes pessoas querendo ser reconhecidas, era um grande entreterimento para os jovens da época.
Roberto Carlos, animava os domingos dos jovens com uma Nova musica de ritmo contagiante, o ie ie ie.Vinicius de Morais também teve o seu momento, compondo versos para canções como "Chega de Saudade", "Insensatez" e "Ela é Carioca" fazendo parcerias com Tom Jobim, em , "Samba em Prelúdio" e "Canto de Ossanha", com Baden Powell, em "Você e Eu", com Carlos Lyra, entre outros sucessos.
Nos aos 60 foram criadas também as musicas proibidas, censuradas ou até mesmo banidas por conta da ditadura militar e que eram escritas até mesmo dentro de cadeias como, por exemplo, ‘‘Irene’’ de Caetano Veloso que foi uma homenagem á sua irmã.
Gilberto Gil e Caetano Veloso foram presos acusados de terem desrespeitado o hino nacional e a bandeira brasileira. Eles tiveram suas cabeças raspadas e logo depois foram exilados.
A DOPS era uma instituição que perseguia bastante os artistas. Os que participassem de eventos estudantis, os que regravassem musicas de artistas já suspeitos, toda e qualquer musica feita que saia do ‘‘normal’’, imposto politicamente pela ditadura, ele ficava registrado como suspeito e assim perseguido.
Na década de 60 o grupo da MPB, Francisco Buarque de Holanda, Edu Lobo, Caetano Veloso, Marilda Medalha, Nara Leão, Geraldo Vandré, Gilberto Gil, Vinícius de Moraes, Milton Nascimento, entre outros eram reconhecidos como o grupo de atuação comunista.
Movimento estudantil

Edson Luís, estudante morto pela ditadura militar
Por Tatiane Durço
O movimento estudantil é um movimento social da área da educação, no qual os sujeitos são os próprios estudantes. Caracteriza-se por ser um movimento policlassista e constantemente renovado - já que o corpo discente se renova periodicamente nas instituições de ensino.
Na década de 60, países como Argentina, Chile, México e Brasil enfrentavam o regime militar. O movimento estudantil no Brasil e no mundo teve motivações políticas e reivindicações diferentes.
Enquanto na França a luta dos estudantes não tem motivação política, no Brasil o movimento estudantil luta contra a ditadura militar. Os franceses reivindicavam melhores condições de ensino, com ideais libertários contra a tradição da sociedade burguesa da época.
No Brasil, o início do movimento estudantil foi marcado pelo assassinato do estudante Edson Luiz, em 28 de março de 1968, no Rio de Janeiro. A morte provocou manifestações em todo o país contra a opressão do regime militar.
Ao contrário dos jovens franceses, que não tinham ligação com partidos políticos, os brasileiros eram em sua maioria dissidente do PCB, fiéis ao marxismo e organizados. Tinham como objetivo tomar o poder por meio da revolução armada.
Mas a repressão imposta pelos militares resultou em prisões, torturas, mortes, desaparecidos e culminou com o AI-5 (Ato Institucional), que pois fim à liberdade de expressão dos jovens.
fontes:
1) Souza, Maria Antônia. Movimentos sociais no Brasil contemporâneo: participação e possibilidades no contexto das práticas democráticas. Dissertação de Mestrado em Educação. Universidade Tuiuti de Curitiba, PR.
2) Wikipédia, a enciclopédia livre.
3) http://www.cce.udesc.br/cab/oqueeomovimentoestudantil.htm
Copas do mundo da década de 60
A década de 60 foi marcada no futebol por dois eventos importantíssimos, as copas de 1962 e 1966.A copa de 1962 que teve o Brasil como campeão ,este alcançando o bí campeonato mundial , e se tornando com isso um dos três maiores campeões, ao lado do Uruguai e da Itália.E a copa de 1966 que teve o título inédito da Inglaterra jogando em sua casa e mostrando ao mundo porque ela foi a criadora deste esporte maravilhoso.
Realizada no Chile a copa de 1962 quase não foi realizada no país por conta de dois terremotos que destruiu o país em 1960.Mesmo com essa tragédia o Chile realizou a copa, contou com 16 países todos eles da Europa e das Américas.A copa teve a final entre Brasil e Tchecoslováquia quando o Brasil venceu por 3 a 1 e sangrou-se bicampeão do mundo.Foram marcados 89 gols (com a média de 2,8 gols por jogo) ,e teve o iuguslávio Jerkovic como artilheiro com 5 gols.
Realizada na Inglaterra a copa de 1966 foi marcada pela contusão do rei Pelé ,em um jogo violento contra Portugal ,e também pela bela campanha da Coréia do Norte.a Inglaterra foi campeã contra a Alemanha Ocidental por um placar de 4 a 2 contando com um gol em que a bola não entrou.A copa teve os mesmos 89 gols e os mesmos 2,8 gols por jogo da copa anterior ,mas agora com o craque português Eusébio com 9 gols como artilheiro.
O silêncio de uma nação

Por Ana Luisa Fernandes Dias Álvares
No dia 31 de março de 1964, foi dado o Golpe Militar que iniciou uma ditadura de 20 anos, que “matou” qualquer tipo de manifestação social de esquerda. O clima era tenso na época por todo país, e se espalhava a idéia da luta entre o bem e o mal. Mas quem seria o “bem” e quem seria o “mal”? Essa pergunta nos nunca saberemos responder. O bloco capitalista (liderado pelos EUA) e o bloco socialista (liderado pela URSS) estavam em plena batalha silenciosa e surda: era a chamada Guerra Fria.
Após deposto o presidente do Brasil João Goulart (Jango) as tropas militares iniciaram o golpe. A repressão nos dias de ditadura foi intensa: torturas, mortes, guerrilhas, atentados, terror. O silêncio dos meios de comunicação (que, quando não eram ‘forçados’ pelos Militares, faziam a defesa do regime de bom grado) incomodavam o povo, que sem noticias não sabiam o que fazer. Muitos dos defensores da democracia brasileira hoje em dia, aderiram ou ficaram calados durante todo o regime.
A História da ditadura está muito mal contada, em todos os seus detalhes, nos ‘nomes’ de quem estava por trás das torturas e massacres, e, nós, o povo,os historiadores e os jornalistas desejamos ardentimente; pelo dia em que, enfim, a abertura irrestrita dos documentos oficiais deste período se tornará um fato.E que enfim possamos julgar e condenar todas as pessoas que participaram dessa atrocidade.
MÚSICA
A década de 60 foi uma caixa de surpresa para a música brasileira. Com a afirmação da bossa nova e o surgimento de músicas voltadas para a sociedade que eram apresentadas em “Festivais de Música Brasileira” que eram exibidos na TV Excelsior e TV Record , começaram a aparecer composições sociais de Sergio Ricardo, Gilberto Gil, Hilton Acioli, Caetano Veloso, Torquato Neto, Geraldo Vandré e muitos outros. Compositores que também não aceitavam a censura imposta pelos governos militares e que não participavam de movimentos sociais também passaram a compor músicas de fundo social.
Com a ampla divulgação de cantores de rock através do cinema contribuiu com que o rock brasileiro nascesse com um grande incentivador Carlos Imperial, que fundou o Clube do Rock, no Rio de Janeiro , e era onde se apresentavam e reuniam os amantes do rock e lá tiveram suas carreiras iniciadas Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
A inovação do rock fez com que ele ganhasse espaço na televisão, como o programa “Jovem Guarda” iniciado em 1965 e apresentado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Vanderléia e permaneceu no ar por vários anos. Com o programa e com a influencia dos Beatles foi criado então em 1967 um movimento chamado Tropicalismo, que era um movimento de vanguarda comandado por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Júlio Medaglia, Rogério Duprat e muitos outros. Como composições principais tiveram “Tropicália”, “Domingo no Parque” e “Alegria, Alegria” onde era incentivada a utilização de guitarras elétricas e absorção de diferentes gêneros musicais como pop-rock, musica de vanguarda, frevo, bolero, samba, etc. Assim a música teve uma grande influência nos anos 60 com o objetivo de se expressar contra os governos militares.
Década de 60 – Início do movimento negro

Por Paula Nacif
O movimento negro nos Estados Unidos ganhou força em 4 de abril de 1968, após a morte do reverendo e ativista pelos direitos civis dos negros Martin Luther King. Enquanto conversava com o pastor Jesse Jackson, na sacada do hotel Lorraine -- hoje sede do Museu Nacional dos Direitos Civis, King, com 39 anos, foi atingido por um tiro do rifle de James Earl Ray e não sobreviveu.
Em reação à morte do líder, milhares de negros protestaram em dez Estados norte-americanos, pedindo igualdade de direitos, justiça e paz e relembrando que a luta de King era pacífica.
O governo dos EUA mobilizou cerca de 72 mil soldados para conter as revoltas, que duraram três dias. Os manifestantes causaram incêndios e depredaram casas e estabelecimentos comerciais.
Durante os confrontos com a polícia, 43 manifestantes foram mortos e cerca de 23 mil foram presos. Os protestos foram interrompidos em 9 de abril, o dia do cortejo fúnebre de Luther King.
O cortejo foi acompanhado por personalidades como o então vice-presidente norte-americano Hupert Humpfrey, o então governador de Nova York, Nelson Rockfeller, e Jackeline Kennedy --mulher do ex-presidente norte-americano John F. Kennedy (1961-1963), morto em 1963.
O caixão de King foi colocado em uma charrete puxada por duas mulas, meio de transporte bastante utilizado pela comunidade negra da região de Atlanta, capital da Geórgia, onde Luther King nascera e fora enterrado.
Direitos dos negros
Mas os protestos pela morte de King foram somente a conseqüência do movimento pelos direitos dos negros, liderado pelo reverendo desde dezembro de 1955, quando realizou o boicote aos órgãos públicos promovido pelos negros de Montgomery, no Alabama.
Devido à sua luta por direitos civis, King ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1964, quatro anos antes de sua morte. O reverendo também participou da marcha de 230 mil pessoas sobre Washington em 1963. A multidão se aglomerou entre o Monumento de Washington e o Memorial Lincoln para ouvir o célebre discurso "Eu tenho um sonho".
"Sonho que um dia em Alabama, com seus ferozes racistas, (...) os meninos negros e as meninas negras possam dar as mãos para as crianças brancas como irmãos e irmãs", afirmou King na ocasião.
Graças a essa manifestação, a emenda dos direitos civis foi encaminhada ao Congresso pelo então presidente John F. Kennedy e, após quase um ano de controvérsias, foi sancionada por Lindon Johnson (1963-1969).
A emenda dá ao governo federal o direito de intervir nos Estados onde haja segregação racial.
Outro importante ator social para a conquista de mais direitos para os negros nos EUA, foi o Partido dos Panteras Negras, que defendia a igualdade com os brancos e utilizava táticas de guerrilha contra policiais para promover uma revolução contra o capitalismo e terminar com a opressão promovida pelos brancos.
Os conflitos na sociedade norte-americana foram incentivados pelo descontentamento com a Guerra do Vietnã (1959-1975), que foi amplamente veiculada pela mídia da época e colocou a opinião pública em dúvida sobre a real validade da guerra, que já havia matado um grande número de soldados negros e brancos.
Olimpíada
A delegação olímpica norte-americana demonstrou que apoiava o movimento pelos direitos dos negros durante a Olimpíada do México, em outubro de 1968. Os velocistas Tommie Smith e John Carlos --respectivamente primeiro e terceiro lugares na prova dos 200 metros rasos de atletismo-- ergueram os punhos fechados durante a execução do hino nacional, símbolo da saudação típica dos radicais Panteras Negras.
O comitê internacional exigiu a expulsão dos dois atletas da delegação americana, que obedeceu à ordem do comitê. A partir de então, todos os atletas norte-americanos premiados participaram das cerimônias de pódio vestindo bonés e meias pretas, em sinal de protesto.
O bloco comunista também representou a luta antiimperialista de 1968 durante a Olimpíada do México. A ginasta tcheca Vera Calavska se tornou o símbolo da Primavera de Praga na Olimpíada. A atleta recebeu quatro medalhas de ouro na competição, a última empatada com uma ginasta russa, para quem deu as costas durante a execução do hino da ex-URSS.
fonte: Enciclopédia Britannica
Ditadura

Por Jaya Yam França
Podemos definir a Ditadura Militar como sendo o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu a presidência num clima político adverso.No periodo da ditaduras ocorreu a abertura às organizações sociais. Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista.
O clima de crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia. No dia 31 de março de 1964, tropas de Minas Gerais e São Paulo saem às ruas. Para evitar uma guerra civil, Jango deixa o país refugiando-se no Uruguai. Os militares tomam o poder. Em 9 de abril, é decretado o Ato Institucional Número 1 (AI-1). Este, cassa mandatos políticos de opositores ao regime militar e tira a estabilidade de funcionários públicos.Dando origem assim ao período ditatorial no Brasil.
Os hippies

Por Álvaro Provetti
Os hippies tiveram uma importante participação no movimento de contra cultura dos EUA na década de 60.
Uma frase muito utilizada neste movimento, foi “paz e amor” que era utilizada, em grande parte do tempo, para criticar o uso de armas nucleares.
A comunidade hippie também defendia a prática de nudismo, a emancipação sexual e as questões ambientais. Eles viviam em comunidade ou de forma nômade, produziam tudo que usavam independente dos mercados, usavam cabelos e barbas compridos, usavam roupas em cores berrantes ou velhas e rasgadas, não eram nacionalistas, repudiavam a ganância e a falsidade, adotavam aspectos religiosos como o budismo, hinduísmo e outras religiões da cultura nativa norte americana, tinham tendência a usar gírias que são usadas ate hoje por jovens,como por exemplo “coroa” (pessoa não jovem, normalmente com mais de 50 anos), “véio” (amigo), “falou” (tchau, até mais) e muitas outras.
O símbolo☮(simbolo da paz) adotado pelos hippies americanos surgiu na Inglaterra, como incentivo ao desarmamento nuclear.
Os hippies tinham predileção por estilos de musica como o rock psicodélico. As bandas mais ouvidas por eles eram Rolling Stones, Led Zeppelin, The Doors, Pink Floyd, Jimi Hendrix, Bob Dylan, Raul Seixas, Os Tropicalistas e outros. Eles costumavam tocar músicas ao ar livre como na “Human Be-In” de San Francisco, ou no festival de Woodstock.
O uso de drogas como a maconha, haxixe, LSD e psilocibina(extraída do cogumelo), visava a liberação da mente mas muitos deles consideravam o cigarro (tabaco) prejudicial à saúde.O uso da maconha, era mais exaltado pela sua natureza ilícita do que por seus efeitos.
A liberdade sexual, a não discriminação das minorias, o ambientalismo e o misticismo atual, são legados que a nação hippie deixou para a sociedade mundial. Como eles evitavam a publicidade, surgiu um mito popular de que o movimento havia deixado de existir, mas na verdade ele ainda existe em quase todo o mundo. No Brasil existem algumas comunidades hippies espalhadas por praias e comunidades alternativas. Na musica, destacam-se o cantor Raul Seixas e a banda Mutantes, que fizeram grande sucesso nos anos 60 e 70 e tem milhares de fãs ainda hoje. Fora do Brasil, existiam vários artistas hippies, entre eles está Jimi Hendrix.
ROUPAS
Os anos 60, acima de tudo, os jovens que viveram naquela época vivenciaram uma explosão em todos os aspectos. Era a vez dos jovens, que influenciados pelas idéias de liberdade começavam a se opor à sociedade de consumo. Nesta década tiveram fatos que influenciaria novas mudanças de comportamento jovem, como a contracultura e o pacifismo do final da década.E isso sim causaram mudanças totalmente radicais, parou de se ter uma moda única e passou então a ter uma moda que se ligava ao comportamento de cada um.
Grandes empresas então passaram a perceber que os jovens da época passaram a experimentar coisas novas, e a moda seria não ter moda. Ou seja a moda era eles mesmos que inventavam, então aumentava cada vez mais a variedades de produtos no mercado pra assim alcançar um consumo máximo.O que representa nada mais nada menos que liberdade.
Na época a mais usada era a minissaia, acompanhada de uma boa maquiagem típica da época dos anos 60. E por mais que seja uma moda que hoje em dia quando vemos, não apreciamos, ela está voltando. A moda dos anos 60 volta por agora mas com outras inovações e que é sem dúvida alguma deliciosas de se experimentar.
Liberdade, finalmente!

Por Camila Villanueva Archanjo
Na década de sessenta as mulheres de todo o mundo se juntaram para reivindicar seus direitos. Começava assim a segunda onda do feminismo.
Ficar em casa cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos já não era mais suficiente. As mulheres dessa época queriam igualdade de gênero, não queriam que, pelo simples fato de serem mulheres, fossem consideradas menos capazes que os homens.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres mantiveram indústrias funcionando, mas após o seu fim com a volta dos homes para casa, as mulheres foram obrigadas a voltar para sua posição de dona de casa. Após tudo isso, precisar de um homem para se manter parecia algo incrivelmente antiquado. As mulheres queriam ganhar e manter seu espaço no mercado de trabalho.
Foi também durante essa década que a mulher começou a protestar e reinvidicar os direitos que tinha sobre o próprio corpo. Questões como o aborto e a pílula contra conceptiva, aprovada pela Food and Drug Administration dos EUA em maio de 1960, vieram à tona e causam grandes discussões.
No episódio mais famoso do movimento, o Bra-Burning (Queima dos Sutiãs), mulheres se juntaram em frente ao prédio onde o concurso da Miss America ocorria e protestaram contra o concurso. Segundo elas o concurso era uma visão arbitrária da beleza e opressiva as mulheres, por causa de sua exploração comercial. Após colocar sutiãs, latas de laquê, espartilhos e outros itens tipicamente femininos no chão alguém haveria sugerido a queima de tais, porém a atitude incendiária nunca aconteceu de fato.
A segunda onda do movimento feminista teve fim na década de setenta, mas suas conseqüências são visíveis na sociedade atual. Se a mulher é livre e independe hoje só temos a agradecer as revoluções feministas de sessenta.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
CONTRACULTURA

Por Bárbara
A contracultura foi um grande movimento que floresceu na década de 1960 Associada aos hippies, marcou o mundo, introduziu-se na história e influenciou gerações. Não foi mero capricho de uma juventude rebelde. Foi mais que isso. Ela nasceu do desejo de mudar o mundo, de ser contra os principais valores que o sistema cobra de seus cidadãos. A diferença é que esses jovens partiram para a ação. E lutaram de forma pacífica por seus objetivos. Não conseguiram modificar a realidade.
A partir de 1967 o movimento hippie explode como moda, impulsionado por músicos como os Beatles, John Lennon, Paul McCartney, Pink Floyd, Jim Morrison dos Doors, Jimi Hendrix, Frank Zappa. Os shows de rock eram verdadeiros eventos catárticos. O rock, ao menos em sua melhor forma, representa uma vontade de ruptura, de inconformismo, renovação, que era o que estava acontecendo no momento.
Em 1968 os quadrinhos de Robert Crumb chegam ao público. Algo que se opunha à tradição, à geração dos pais, e de fato o movimento hippie não contava com muitos talentos na prosa comum. Os quadrinhos underground supriram uma certa lacuna de autores literários, pois dificilmente alguém conseguia representar essa geração nos moldes dos livros tradicionais. A contracultura tinha nos quadrinhos sua narrativa e expressão gráfica, nas roupas coloridas e psicodélicas seu vestuário, no rock sua música e como religião tinham o zen-budismo.
A contracultura é sem dúvida, um movimento sociológico, porque trata de sociedade e é um movimento revolucionário. Envolve valores e ideais, realizado por indivíduos sociais. É um fenômeno social, uma revolução social.

Por Felipe Faleiros
Foi entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969 que aconteceu o evento que entrou para a história, Woodstock. Tudo conteceu na fazenda de leite alugada de Max Yasgur, em Bethel (com 2.300 habitantes, não comportava o evento), NY, costa leste dos EUA, o Woodstock Music & Art Fair, ou como é mais conhecido, Festival de Woodstock.
Woodstock foi um festival que teve a duração de 3 dias de sexo livre, drogas, rock’n'roll e cenas de nudismo. Pode ser considerado o auge da contracultura e da era hippie, culminando com o fim da década de 60, que se tornava difícil e confusa. O Festival de Woodstock foi projetado para 50.000 pessoas, porém chegou a 500.000 jovens, compensados pela constelação de artistas que se apresentaram e pelo espírito de confraternização e da filosofia de paz e amor.
Mesmo em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público.
sábado, 10 de julho de 2010
A moda como padrão de comportamento

Por Camila Cavalcanti Dourado
Os anos 60 chegaram com um clima de mudança, foi o início do rock and roll onde Elvis Presley, com seu casaco de couro, vestindo jeans, topete e em cima de uma lambreta era a imagem do jovem dessa década.
Os jovens que eram influenciados pela ideia de liberdade e diferentemente dos anos 50 esse pensamento se espalharam pelas ruas e isso foi o inicio de um movimento contrário à sociedade consumista da época. Era a vez dos jovens falarem e a moda foi uma das transformações radicais promovidas por eles. A moda única em todos tinha que se vestir igual tinha passado, naquele momento, cada vez mais, você se vestia de acordo com seus pensamentos, de seu comportamento.
Foi nessa época que pela primeira vez os jovens ganharam sua moda própria, onde “a moda era não seguir a moda”, fato que representava o ideal de liberdade difundido na época. A juventude da década queria desafiar todos os limites e a moda ajudou muito nesse aspecto.
Mini-saias, vestidos rodados, jaquetas de couro, tudo isso era sinal da mudança radical que estava acontecendo. As mulheres passaram a valorizar mais o seu corpo tendo como exemplo Brigitte Bardot, a atriz que era o maior símbolo sexual da época. Entretanto, os anos 60 sempre serão lembrados pelo estilo da modelo e atriz Twiggy, muito magra, com seus cabelos curtíssimos e os cílios inferiores pintados com delineador.
A maquiagem era essencial, os olhos eram bem marcados com batons claros. A peruca também estava muito na moda, foi uma época de lucros para seus vendedores.
Basicamente a década de 60 foi marcada por diversas mudanças, não só na moda, mas como na política, economia, artes entre outros. A moda mostrou mais uma vez o ideal da sociedade que a vestia, neste caso a liberdade.
A importância dos Beatles

Por Flávia M. Souto Cunha
O rock é o gênero musical que se desenvolveu durante e após a década de 50, porém, na década de 60 o rock desenvolveu subgêneros quando foi misturados a outros tipos de musica,como folk music,jazz,blues,entre outros.
Dentro do rock,no inicio dos anos 60,surgiu a importantíssima banda de rock: The Beatles- banda britânica,forma em Liverpool,exatamente em 1960.Foi a banda mais comercialmente bem sucedida. A banda de sucesso,em 1962 era formada por Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal).
Os Beatles foram construindo sua reputação nos pubs de Liverpool em um período de 3 anos após 1960.Após algumas mudanças na banda,com o potencial aumentado pela criatividade do produtor George Martin,a banda fez sucesso imediato no Reino Unido com seu primeiro single ‘Love me Do’.Eles excursionaram intensivamente até 1966.
No final da década de 60,a banda foi desfeita e cada musico seguiu carreira independente.
Uma banda de grande importância,lembrada até hoje.Ate mesmo os mais jovens já ouviram falar dos Beatles.Isso deve-se ao fato de que eles apareceram como a banda de mais destaque na mídia na época,e em seu primeiro álbum “Please,Please me” já havia um novo tipo de musica,porem com elementos dos antigos astros do rock.Eles inovaram em vários aspectosE de acordo com o Beatlemaníaco Raoni Dias: “Eles tinham um verdadeiro espírito rockeiro, e mudaram completamente a forma de se fazer rock.”
quinta-feira, 8 de julho de 2010
A economia do Brasil nos anos 60

Por Luisa Farias Amaral Castro
A economia brasileira nos anos 60 foi prejudicada devido renúncia de Jânio Quadros pois ele teve um grande papel na nossa economia. Mas a ditadura militar de 1964 fez com que os impostos fossem aumentados. A indústria era muito valorizada, os gastos públicos foram reduzidos, foram feitas várias reformas para fortalecer a economia. A partir daí introduziram indústrias no Norte e no Nordeste, apostaram no turismo e fizeram a exportação.A indústria teve seu grande avanço no Brasil nessa época, o número de mercadorias na importação e na exportação cresceram.
O governo tinha total influência do crescimento da economia, mas o povo recebia um salário mínimo, e trabalhavam muito, havia um grande número de desempregados, foi nessa época que a mulher sentiu a necessidade de trabalhar, pois, o novo governo, a nova forma de vida exigia que a mulher ''ajudasse'' o homem dentro de casa.
A qualidade de vida começou a despencar, a mortalidade infantil crescia, o número de pessoas desnutridas era grande. A inflação havia aumentado muito, e as dívidas externas também,mas,a situação mais alarmante era o desemprego, e só nos anos seguintes que a economia veio a crescer novamente.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
TELEVISÃO

Por Paula Catalan
INÍCIO DA TELEVISÃO
A década de 60 foi marcada por várias mudanças,revoltas e conqiuistas.Temos a consquista das Lua,revoltas estudantis e é marcada também por um período de inovações na TV Brasileira.
Em 1960,a evolução das técnicas das emissoras,o videotape, é traga pelo humorista Chico Anysio,que permitia que programas pudessem ser reprissados quantas veses fossem desejados,que programas pudessem ser gravado em hórarios diferentes dos originais e que erros ao vivo pudessem ser corrigidos antes.
Com o videotape foram criados mais de 27 emissoras de televisão no país,sendo que 80% das gravações eram realizadas em São Paula e Rio de Janeiro.
A REDE GLOBO, UMA TV SUPER BRASILEIRA
Em 1965 ouve as primeiras transmições da televisão no Brasil via satélite e foi nesse mesmo ano,no dia 26 de Abril,que entrava no ar a TV Globo no Rio de Janeiro,mais tarde conhecida com Rede Globo,criada por Roberto Marinho.
Em 1957,o Presidente da República,Juscelino Kubitschek,aprovou na TV para a rádio Globo e no mesmo ano o Conselho Nacional de Telecomunicação concedeu o canal 4 do Rio de Janeiro para a TV Globo Ltda.
A segunda cidade brasileira a receber a TV Globo foi o estado de São Paulo,que funcionava como a TV Paulista e em seguida a terceira cidade a obter a Rede Globo foi Belo Horizonte,que em 1958,adquiriu a geradora de Minas Gerias,a TV Globo Minas.
Em 1962,Roberto Marinho cosiguiu um acesso a uma capital de 6 milhões de dolóras,(por um acordo feito entre a Time-Life e as Organizações Globo) o que lhe deu condições de comprar equipamentos,porém,em troca,a Time-Life teria 30% de lucros pelo funcionamento da Rede Globo.
Esse acordo foi considerado ilegal,pois nessa época a Constituição Brasileira não permitia que nenhuma empressa estrangeira tivesse participação em nenhum tipo de empresa brasileira de comunicação.Como a Time-Life tinha grande influência na Rede Globo e para tentar legalizar o acordo,Joseph Wallach,ex diretor da Time-Life na Califórnia se tornou diretor executivo da Rede Globo.
O programa mais antigo que se passava na Globo era Santa Missa,que passava nas manhãs de domigo e que foi criado em 02 de Maior de 1965.
As emissoras afiliadas da Rede Globo por todo país só foi possível em 1969,quando entrou no ar o Jornal Nacional,o primeiro tele jornal de rede nacional,que é ainda hoje transmitido com um grande indice de audiência nacional.
A Globo é atualmente a maior emissora da América Latina e a quarta maior rede de televisão mundial.
JOVEM GUARDA

Por Paloma Grossi
A Ditadura militar brasileira que vai de
A jovem Guarda teve uma influência muito grande dos músicos internacionais do estilo Rock and Roll, tanto da década de 50, quanto da de 60, sendo os principais influenciadores os Beatles, e Elvis Presley.
Após algum tempo a expressão “Jovem Guarda” deixou de se designar apenas ao nome do programa, mas sim para substituir o nome do estilo musical até então conhecido como iê-iê-iê e para iniciar um movimento que mesclava música, comportamento e moda. A imagem do jovem de blusão de couro, topete e jeans, em motos ou lambretas mostrava uma rebeldia ingênua sintonizada com ídolos do cinema como James Dean e Marlon Brando. As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas e atacavam de calças cigarette e as grandes vedetes dos anos 60 que foi, sem dúvida, a mini saia e as botas brancas. Nesse cenário, a transformação da moda iria ser radical. Era o fim da moda única, que passou a ter várias propostas, a forma de se vestir se tornava cada vez mais ligada ao comportamento. Os anos 60, acima de tudo, foi uma explosão de juventude em todos os aspectos. Era a vez dos jovens, que influenciados pela doutrina de liberdade faziam de tudo para torná-la uma instituição.