
Por Camila Villanueva Archanjo
Na década de sessenta as mulheres de todo o mundo se juntaram para reivindicar seus direitos. Começava assim a segunda onda do feminismo.
Ficar em casa cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos já não era mais suficiente. As mulheres dessa época queriam igualdade de gênero, não queriam que, pelo simples fato de serem mulheres, fossem consideradas menos capazes que os homens.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres mantiveram indústrias funcionando, mas após o seu fim com a volta dos homes para casa, as mulheres foram obrigadas a voltar para sua posição de dona de casa. Após tudo isso, precisar de um homem para se manter parecia algo incrivelmente antiquado. As mulheres queriam ganhar e manter seu espaço no mercado de trabalho.
Foi também durante essa década que a mulher começou a protestar e reinvidicar os direitos que tinha sobre o próprio corpo. Questões como o aborto e a pílula contra conceptiva, aprovada pela Food and Drug Administration dos EUA em maio de 1960, vieram à tona e causam grandes discussões.
No episódio mais famoso do movimento, o Bra-Burning (Queima dos Sutiãs), mulheres se juntaram em frente ao prédio onde o concurso da Miss America ocorria e protestaram contra o concurso. Segundo elas o concurso era uma visão arbitrária da beleza e opressiva as mulheres, por causa de sua exploração comercial. Após colocar sutiãs, latas de laquê, espartilhos e outros itens tipicamente femininos no chão alguém haveria sugerido a queima de tais, porém a atitude incendiária nunca aconteceu de fato.
A segunda onda do movimento feminista teve fim na década de setenta, mas suas conseqüências são visíveis na sociedade atual. Se a mulher é livre e independe hoje só temos a agradecer as revoluções feministas de sessenta.
Adorei o seu artigo , trata-se de um assunto que gerou bastante polêmica e repercussão na época,como você falou,temos que agradeçer,porque graças a revolução feminista da década que hoje somos mulheres livres e idependentes.Devemos sempre revendicar nossos direitos,afinal somos cidadãos iguais sem destinção.NADA DE SOCIEDADE MACHISTA.Os tempos mudaram,conseguimos conquistar nosso espaço(em partes),o que é totalmente visível na sociedade atual.Você soube abordar o tema muito bem!Ficou Ótimoo!
ResponderExcluirMariana Bottrel - 29